Bruno L. Tavares

Bruno L. Tavares

Ensaio 1

O Antropocentrismo é a lente pela qual todo ser humano enxerga o mundo. Ao discutirmos temas como aquecimento global, extinções, modificações geográficas ou tantos outros temas fortemente ligados as ações do ser humano temos de entender primeiramente que a natureza humana é egocêntrica, o pensamento é sempre articulado para o beneficio do próprio ser humano, e o detrimento de outras formas de vida é sempre subjugado. Quando um pais discute se deve ou não prosseguir com o desmatamento de uma área de conservação para a criação de plantações, a pergunta que sempre vence é: E se tivermos fome?
Quando se é discutido o uso de combustíveis fósseis devido á seu impacto global a pergunta é: E como irei do ponto X ao Y, a pé?
Enfim, existem inúmeras situações onde observamos que o próprio ser humano, um subproduto da natureza, julga as outras formas de vida sob sua própria ótica, com o "argumento de autoridade" de que possui o advento da "consciência". Talvez, se entendermos que este ideal age não só sob as ações não só da nossa vida mundana, mas como também nas decisões globais, poderemos reduzir o seu efeito, ao forçar a nossa vista para as outras formas de vida, e quem sabe as gerações futuras poderão vislumbrar as inúmeras espécies que coexistem nesta época do Antropoceno.

Modificado por Jessica Maria

O Antropocentrismo é a lente pela qual todo ser humano enxerga o mundo.12 Ao discutirmos temas como aquecimento global, extinções, modificações geográficas ou tantos outros temas fortemente ligados as ações do ser humano temos de entender primeiramente que a natureza humana é egocêntrica, o pensamento é sempre articulado para o beneficio do próprio ser humano, e o detrimento de outras formas de vida é sempre subjugado.3 A natureza egocêntrica do ser humano articula a argumentação quando tratamos de temas de importância global como extinções e modificações geográficas. Quando um país discute se deve ou não prosseguir com o desmatamento de uma área de conservação para a criação de plantações, a pergunta que sempre vence é: E se tivermos fome?4 Isso restringe a argumentação sobre desmatamento a possíveis problemas com a fome. O uso de combustíveis fósseis se torna uma discussão sobre possíveis problemas de deslocamento.
Quando se é discutido o uso de combustíveis fósseis devido á seu impacto global a pergunta é: E como irei do ponto X ao Y, a pé?5
Enfim, existem inúmeras situações onde observamos que o próprio ser humano, um subproduto da natureza, julga as outras formas de vida sob sua própria ótica, com o "argumento de autoridade" de que possui o advento da "consciência"6. Talvez, se entendermos que este ideal age não só sob as ações não só da nossa vida mundana7, mas como também nas decisões globais, poderemos reduzir o seu efeito, ao forçar a nossa vista para as outras formas de vida, e quem sabe as gerações futuras poderão vislumbrar as inúmeras espécies que coexistem nesta época do Antropoceno.8

Ensaio 2

O artefato Bootstrap não oferece base lógica para a comparação entre filogenias. Este artefato, que se baseia num tratamento probabilístico de um dado ramo em uma filogenia, ao realizar 100 possíveis combinações, não auxilia na melhoria da compreensão nem adiciona elementos passiveis de comparação entre filogenias diferentes, pois recombina um evento que, temporalmente, ocorreu apenas uma vez. Tal condição limita a utilidade comparativa do artefato, dado que a presença de uma probabilística não alterará a semântica da obra, pois não corrobora nem refuta o modelo utilizado, os parâmetros são somente comparativos dentro dos dados e modelos utilizados e não pode ser usado como argumento fora deste. Enfim, o uso do artefato torna-se evidentemente inútil quando se observa que o titulo de probabilística não altera a premissa da filogenia proposta, não clarifica o observado nem propõe uma melhor medida, e o pior, proporciona ao leitor uma falsa visão de fundamentação matemática.

Ensaio 2 corrigido por Mariana Polesso

O artefato Bootstrap não oferece base lógica para a comparação entre filogenias. Este artefato, que se baseia num tratamento probabilístico de um dado ramo em uma filogenia, ao realizar 100 possíveis combinações, não auxilia na melhoria da compreensão nem adiciona elementos passiveis de comparação entre filogenias diferentes, pois recombina um evento que, temporalmente, ocorreu apenas uma vez. (Período muito longo, dificulta a compreensão. O uso de ordem indireta pode confundir o leitor) Tal condição (Que condição? O leitor tem que voltar a frase anterior para entender) limita a utilidade comparativa do artefato, dado que a presença de uma probabilística não alterará a semântica da obra, pois não corrobora nem refuta o modelo utilizado, os parâmetros são somente comparativos dentro dos dados e modelos utilizados e não pode ser usado como argumento fora deste. (Período muito longo que dificulta a compreensão. Se o período fosse dividido em frases a informação seria passada de forma mais direta) Enfim, o uso do artefato torna-se evidentemente inútil quando se observa que o titulo de probabilística não altera a premissa da filogenia proposta, não clarifica o observado nem propõe uma melhor medida, e o pior (Uso de frase de efeito -pathos-, "quebra" a seriedade do texto), proporciona ao leitor uma falsa visão de fundamentação matemática.
Considerações finais: A critica ao Bootstrap foi bem construída, e as informações estão bem concisas. Se os períodos fossem transformados em frases o texto ficaria mais objetivo e de mais fácil compreensão.

Ensaio 3

Os métodos de obtenção dados científicos podem estar favorecendo quantidade ao invés de qualidade. Existem hoje, inúmeras técnicas utilizadas para compilar grandes quantidades de informações da natureza, de maneira rápida e precisa. Porém a maioria atualmente parece focar em obter um grande acervo, sem dar foco á verossimilhança do método, valendo-se da abundância estatística para a fundamentação teórica. Métodos como a metagênomica proporcionam um grande acesso a dados, mas trabalham muito pouco para melhorar o poder explicativo, assim como muitos outros. Os dados então são interpretados por pesquisadores que certamente irão diferir em suas hipóteses porque estes próprios dados não oferecem resoluções que deixem poucas dúvidas, ou seja, são vagos. O uso de um bom método, que seja claro e que critique á si mesmo faz parte do próprio cerne do método cientifico, e garante uma boa concretização dos dados. O uso de dados claros e relevantes garante mais abrangência, quando comparado á dados ambíguos e abundantes, e profundidade no compreendimento de um assunto.

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License