Davi Jardim

O que evitar

Ethos

Jargões, palavras de autoridade

Pathos

Apelar para o emocional, subjetividade, "importante/necessário", frases de efeito

Outros

Sentença título sem verbo; informalidades; não colocar referências; "trabalham muito pouco" (caixa preta, argumento sem importância, falta grave)

Problemas da Prova 1

Embasamento faltante; ordem indireta; Pathos; ORDEM!!! (fiz bastante); deixar bem evidente o assunto que vc está expondo (o leitor não está na sua cabeça).

Ensaios

Aula 1 (19/02)

Os Cinco Reinos continuam influentes devido à cultura em que estamos imersos. Sempre que uma nova ideia é proposta há uma certa resistência da comunidade, tanto científica quanto leiga, podendo levar a um bloqueio do conhecimento por anos. Esse é o caso dos Cinco Reinos, proposta em 69 por Whittaker, que dividia os seres vivos em cinco grandes grupos (Monera, Protista, Plantas, Animais e Fungos) e ensinada até hoje nas escolas. Atualmente, a divisão vigente é a dos três Domínios (Bacteria, Archaea e Eukarya), proposta na década de 90 e que ainda não foi incorporada no ensino. Os Cinco Reinos concordam e reafirmam a ideia de que o homem é mais evoluído e possui um propósito no mundo. Já os três Domínios nos afirmam que somos apenas mais uma espécie no planeta e que seres considerados inferiores (Bacteria e Archaea) são as espécies dominantes. A cultura é a responsável pela aceitação/rejeição dessas ideias, pois somos expostos desde pequenos a conhecimentos populares e dogmas religiosos, que influenciam no julgamento de novas ideias. A dificuldade que temos em analisar criticamente informações atrasa a divulgação de descobertas científicas, pois estamos sempre recebendo ruídos de conhecimentos impostos pela cultura. Para evitar esse problema, precisamos saber discernir entre esses dois tipos de informação e evitar que uma influencie na outra.

Comentado por Ursula

Os Cinco Reinos continuam influentes devido à cultura em que estamos imersos. Sempre que uma nova ideia é proposta há uma certa resistência da comunidade, tanto científica quanto leiga, podendo levar a um bloqueio do conhecimento por anos. Esse é o caso dos Cinco Reinos, proposta em 69 por Whittaker, que dividia os seres vivos em cinco grandes grupos (Monera, Protista, Plantas, Animais e Fungos) e ensinada até hoje nas escolas. Atualmente, a divisão vigente é a dos três Domínios (Bacteria, Archaea e Eukarya), proposta na década de 90 e que ainda não foi incorporada no ensino. Os Cinco Reinos concordam e reafirmam a ideia de que o homem é mais evoluído e possui um propósito no mundo. Já os três Domínios nos afirmam que somos apenas mais uma espécie no planeta e que seres considerados inferiores (Bacteria e Archaea) são as espécies dominantes. A cultura é a responsável pela aceitação/rejeição dessas ideias (acredito que este argumento seja um tipo de ethos, pois não está explicando como isso ocorre. Talvez porque seja um processo complexo, logo não sei se é bom ir por este lado. Mesmo caso de sua oração título), pois somos expostos desde pequenos a conhecimentos populares e dogmas religiosos, que influenciam no julgamento de novas ideias. A dificuldade que temos em analisar criticamente informações atrasa a divulgação de descobertas científicas (aqui está um pouco de pathos, "atrasa" é uma palavra um pouco forte), pois estamos sempre recebendo ruídos de conhecimentos impostos pela cultura. Para evitar esse problema, precisamos saber discernir entre esses dois tipos de informação e evitar que uma influencie na outra.


Comentário geral: gostei do tema do seu ensaio. Penso que você conseguiu explorar um conceito dentro do tema, comentando algumas considerações relevantes. Algumas ideias ficaram um pouco perdidas, pois precisaria de um pouco mais de espaço para que a discussão fosse contextualizada. Com relação a estrutura do texto, penso que ficou claro, embora em algumas partes pudesse ficar mais objetiva, por exemplo substituindo algumas palavras (eg. "Os Cinco Reinos continuam influentes devido à cultura em que estamos imersos. Sempre que uma nova ideia é proposta há uma certa resistência da comunidade, tanto científica quanto leiga, podendo levar a um bloqueio do conhecimento por anos.", no qual, para mim, ficou pouco fluído).

Aula 2 (04/03)

O uso de filogenias contribui para o entendimento da organização dos seres vivos. Para conseguirmos entender como surgiu a variedade da vida existente, o ser humano cria relações de parentesco. Uma das formas de apresentar essas relações de parentesco criadas é por meio de filogenias. Atualmente, o uso de filogenias em publicações científicas aumentou. Esse aumento é devido a capacidade de representação desse método. Por gerar resultados hipotéticos, as filogenias não podem ser interpretadas como verdades absolutas. Modelos matemáticos são criados e alterados na tentativa de representar as relações entre os seres vivos da forma que se aproxime mais da realidade. Podemos nunca encontrar a filogenia correta, porém essa metodologia nos permite compreender como a evolução se deu e que gerou a diversidade presente nos dias de hoje.

Comentado por Claudia

Seu texto está sucinto e claro. No entanto, a frase "Esse aumento é devido a capacidade de representação desse método." ficou um pouco superficial. Você poderia ter explorado um pouco mais a ideia. No geral, as sentenças estão curtas e o texto apresenta boa organização e encadeamento de ideias.

Aula 3 (11/03)

Dados moleculares permitiram a realocação de grupos na árvore filogenética. As primeiras tentativas de se categorizar os seres vivos foi baseada em morfologia e modo de vida. Com o avanço das tecnologias de sequenciamento, os dados moleculares permitiram uma nova visão sobre a localização de algumas linhagens. Mixomicetos e Heterolobósea (Acrasis rosea) são exemplos desse processo. Ambos eram considerados fungos por formarem corpos de frutificação. Essa descoberta permitiu um melhor entendimento do modo e ciclo de vida desses seres. Pesquisas posteriores reforçaram as relações de parentesco propostas pela análise molecular. Com isso, percebeu-se que as morfologias semelhantes nem sempre indicam proximidade taxonômica. Essa nova tecnologia permitiu uma mudança na categorização dos seres vivos, de caracteres externos e visíveis para caracteres moleculares.

Comentado por Sara

Dados moleculares permitiram a realocação de grupos na árvore filogenética ótima sentença inicial, bem direta e com o uso de um único verbo. As primeiras tentativas de se categorizar os seres vivos foi baseada foram baseadas em morfologia e modo de vida. Com o avanço das tecnologias de sequenciamento, os dados moleculares permitiram uma nova visão sobre a localização de algumas linhagens. Mixomicetos e Heterolobósea (Acrasis rosea) são exemplos desse processo. Ambos eram considerados fungos por formarem corpos de frutificação. Essa descoberta permitiu um melhor entendimento do modo e ciclo de vida desses seres. Pesquisas posteriores reforçaram as relações de parentesco propostas pela análise molecular. Com isso, percebeu-se que as morfologias semelhantes nem sempre indicam proximidade taxonômica. Essa nova tecnologia permitiu uma mudança na categorização dos seres vivos poderia retomar a sentença inicial e reforçar que essa mudança na categorização seria referente à realocações na filogenia. A palavra categorização não deixa isso muito explícito para mim, de caracteres externos e visíveis para caracteres moleculares.

Aula 4 (18/03)

A floração de Dinoflagelados é um fenômeno de importância científica. Esse fenômeno é devido a um grande aumento na população de uma ou mais espécies. O número aumentado de indivíduos secreta, consequentemente, mais substâncias. Dependendo da espécie, essas substâncias podem causar problemas à saúde de pessoas e animais. Nesse caso, essas substâncias são chamadas de toxinas. Devido à sua concentração elevada na água, essas toxinas afetam países economicamente. A morte de fontes de alimentos e a diminuição no turismo incentivam estudos sobre esse fenômeno (floração). Esses estudos analisam a composição e o modo de ação de tipos diferentes de toxinas. A partir do resultado dessas análises, governos podem tomar medidas preventivas e/ou mitigadoras. Foi devido ao seu efeito negativo na sociedade que a floração de Dinoflagelados permitiu avanços no conhecimento de novas substâncias e processos biológicos.

Aula 5 (08/04)

Antigo

O ensino da organização dos seres vivos está defasado na escola. Esse é um exemplo de conhecimento estagnado. A divulgação dos conhecimentos nessa área, dos últimos 40 anos, foi precária. A organização em cinco Reinos, proposta em 1969, ainda é lecionada nas escolas (evidência). Entretanto, novas tecnologias surgiram desde então. Esse avanço tecnológico permitiu um melhor entendimento da evolução em nosso planeta. Isso levou à proposição de novas classificações dos seres vivos. Atualmente, a classificação vigente é a organização em três Domínios, da década de 90. Entretanto, mesmo após mais de 20 anos, essa nova forma de classificação está ausente na maioria das instituições escolares (evidência).

Alterado

O ensino da organização dos seres vivos está defasado na escola. Esse é um exemplo de conhecimento estagnado. A divulgação dos conhecimentos nessa área, dos últimos 40 anos, foi precária. A organização em cinco Reinos, proposta em 1969, ainda é lecionada nas escolas. Isso pode ser encontrado no próprio site do MEC, responsável pela organização dos conteúdos ministrados nas escolas1. Dentre os arquivos presentes no site, o de Biologia apresenta informações de 2006, inclusive a organização em Cinco Reinos. Em contrapartida, na ciência, novas tecnologias surgiram. Esse avanço tecnológico permitiu um melhor entendimento da evolução em nosso planeta. Isso levou à proposição de novas classificações dos seres vivos. Atualmente, a classificação vigente é a organização em três Domínios, da década de 90. Entretanto, mesmo após mais de 20 anos, essa nova forma de classificação está ausente na maioria das instituições escolares1,2.

1- Portal MEC, Ministério da Educação (acesso em 08/04/2016) – Disponível em http://portal.mec.gov.br/busca-geral/195-secretarias-112877938/seb-educacao-basica-2007048997/12583-ensino-medio
2- Foco no Enem, Apostila Enem 2016 – PDF Download Grátis (acesso em 08/04/2016) – Disponível em http://foconoenem.com/apostila-enem-2016-pdf-download-gratis/

Comentado por Gabriela Santos

O ensino da organização dos seres vivos está defasado na escola (Gostei da frase título) . Esse é um exemplo de conhecimento estagnado. A divulgação dos conhecimentos nessa área, dos últimos 40 anos, foi precária (Talvez em outra ordem a leitura fosse mais fácil "Nos últimos 40 anos, a divulgação…"). A organização em cinco Reinos, proposta em 1969, ainda é lecionada nas escolas. Isso pode ser encontrado no próprio site do MEC, responsável pela organização dos conteúdos ministrados nas escolas1. Dentre os arquivos presentes no site, o de Biologia apresenta informações de 2006, inclusive (inclui) a organização em Cinco Reinos. Em contrapartida, na ciência, novas tecnologias (quais tecnologias?) surgiram. Esse avanço tecnológico permitiu um melhor entendimento da evolução em nosso planeta. Isso levou à proposição de novas classificações dos seres vivos. Atualmente, a classificação vigente é a organização em três Domínios, da década de 90. Entretanto, mesmo após mais de 20 anos, essa nova forma de classificação está ausente na maioria das instituições escolares1,2.

Aula 6 (15/04)

A teoria da endossimbiose explica a origem de duas organelas fundamentais em eucarióticos: a mitocôndria e o cloroplasto. Proposta por Lynn Margulis em 1966, essa teoria apresenta a origem dessas organelas a partir de um outro organismo. Lynn defendia a existência de DNA no interior dessas duas organelas, e do flagelo, outra organela eucariótica1. Em 1962, detectou-se DNA em cloroplastos por meio da metodologia de microscopia eletrônica2. No ano seguinte, a mesma metodologia foi usada para a detecção de DNA na mitocôndria3. Ainda não foi encontrado DNA em flagelos e cílios. Destas três organelas, a mitocôndria e o cloroplasto são aceitos como sendo originado de endossimbiose, devido a diversos fatores (DNA circular, tamanho da organela, sistema próprio de membranas, autoduplicação, DNA diferente do DNA nuclear4). Essas características permitiram o entendimento do processo de origem dessas duas organelas fundamentais.

1- Sagan, L. (1967) On the origin of mitosing cells J. Theor Biol.;14(3):255-74.
2- Ris, H. & Plaut, W. (1962) Ultrastructure of DNA-containing areas in the chloroplast of Chlamydomonas J. Cell Biol.; 13(3): 383–391.
3- Nass, M. M. K. & Nass, S. (1963) Intramithochondrial fibers with DNA characteristic J. Cell Biol.; 19(3): 593–611.
4- Vanessa dos Santos, Teoria endossimbiótica, Brasil Escola (acesso em 15/04/2016) – Disponível em http://brasilescola.uol.com.br/biologia/teoria-endossimbiotica.html

Comentários - Guilherme P.

A teoria da endossimbiose explica a origem de duas organelas fundamentais em eucarióticos: a mitocôndria e o cloroplasto. (Na frase título, você poderia ser mais específico: A Teoria da Endossimbiose Sequencial) Proposta por Lynn Margulis em 1966, essa teoria apresenta a origem dessas organelas a partir de um outro organismo (quais organismos Margulis acreditava que deram origem à estas organelas?). Lynn defendia a existência de DNA no interior dessas duas organelas, e do flagelo, outra organela eucariótica1. Em 1962, detectou-se DNA em cloroplastos por meio da metodologia de microscopia eletrônica2. No ano seguinte, a mesma metodologia foi usada para a detecção de DNA na mitocôndria3. Ainda não foi encontrado DNA em flagelos e cílios. Destas três organelas, a mitocôndria e o cloroplasto são aceitos como sendo originado de endossimbiose, devido a diversos fatores (DNA circular, tamanho da organela, sistema próprio de membranas, autoduplicação, DNA diferente do DNA nuclear4) (gostei que você explicou os motivos!!). Essas características permitiram o entendimento do processo de origem dessas duas organelas fundamentais.

Curti seu ensaio, cara! A dica que eu posso dar é que você dê mais profundidade a ele. Você discutiu conceitos importantíssimos muito superficialmente, por exemplo: o que é endossimbiose? Exceto isso, curti mesmo. Seu texto tem começo, meio e fim, períodos e tal. Continue com o bom trabalho ;) Valeu!

Aula 7 (29/04)

Estruturas calcárias facilitam a existência de registros fósseis. Um dos grandes problemas na determinação de grandes grupos na árvore filogenética está baixo registro fóssil1. O tamanho do organismo e as condições necessárias (pressão, temperatura, concentração de oxigênio, etc) são determinantes para a fossilização2. Plantas e animais apresentam registro fóssil de fácil localização3. Em contrapartida, as linhagens unicelulares possuem quantidade reduzida de fósseis4. Desses fósseis, a maioria é de linhagens que possuem estruturas mineralizadas de difícil degradação, como carapaças calcárias5. Essas estruturas estão presentes em grupos específicos, como Foramníferos, Diatomáceas, tecamebas, etc6. Das linhagens restantes, a fossilização de seus organismos é devida ao molde na rocha (impressão) ou através de resquícios metabólicos (informações moleculares)7. Essa baixa incidência de registros fósseis pode estar relacionada, portanto, à baixa incidência de estruturas mineralizadas nos organismos.


Ao corretor do dia 06/05: Peço desculpas pois não organizei direito meu tempo, portanto não fui capaz de procurar por referências. Os números representam as informações que, para mim, necessitariam de bases na bibliografia

Comentado por Stephanie Santos

Estruturas calcárias facilitam a existência de registros fósseis. Um dos grandes problemas na determinação de grandes grupos na árvore filogenética está baixo registro fóssil1. O tamanho do organismo e as condições necessárias (pressão, temperatura, concentração de oxigênio, etc) são determinantes para a fossilização2(acho que faltou justificar poque o tamanho e estas características são importantes para a fossilização). Plantas e animais apresentam registro fóssil de fácil localização3. Em contrapartida, as linhagens unicelulares possuem quantidade reduzida de fósseis4. Desses fósseis, a maioria é de linhagens que possuem estruturas mineralizadas de difícil degradação, como carapaças calcárias5. Essas estruturas estão presentes em grupos específicos, como Foramníferos, Diatomáceas, tecamebas, etc6. Das linhagens restantes, a fossilização de seus organismos é devida ao molde na rocha (impressão) ou através de resquícios metabólicos (informações moleculares)7. Essa baixa incidência de registros fósseis pode estar relacionada, portanto, à baixa incidência de estruturas mineralizadas nos organismos.

Aula 8 (06/05)

Raízes em árvores filogenéticas facilitam o entendimento dos eventos no interior da filogenia. A raiz é a representação hipotética da linhagem que deu origem ao grupo estudado1. Duas das formas mais usadas na representação de uma árvore filogenética são definidas de acordo com a ausência ou presença de uma raiz. No primeiro caso, a linhagem ancestral do grupo estudado não é determinada. Com isso, todos os ramos dessa filogenia partem de um ponto central2. Nessa conformação, as interpretações possíveis estão relacionadas com o parentesco entre as linhagens e a determinação das diferenças entre táxons próximos. Além disso, eventos de extinção e o tempo de especiação são de difícil representação. Já no segundo caso (presença de raiz), a definição de um início polariza os eventos presentes no interior da filogenia3,4. Devido a essa polarização, o leitor é capaz de definir um raciocínio lógico na interpretação da árvore. Por meio desse raciocínio, o entendimento da sequência dos eventos ocorridos e da conformação das linhagens (extintas e atuais) torna-se possível.

1 - Lopes, S.G.B.C. & Ho, F.F.C. Noções básicas de sistemática filogenética 4º tópico Licenciatura em Ciências, USP/Univesp, 55-67. Acesso em 06/05/2016, Disponível em http://midia.atp.usp.br/impressos/lic/modulo03/diversidade_biologica_filogenia_PLC0019/Bio_Filogenia_top04.pdf
2 - Williams, T.A. (2014) Evolution: Rooting the Eukaryotic Tree of Life Curr. Biol. 24(4):R151-2. doi:10.1016/j.cub.2014.01.026.
3 - Oliveira, E.H.de (2013) Filogenia Mastigada 4 : Interpretando uma árvore filogenética – parte 1/2 Evolucionismo. Acesso em 06/05/2016, Disponível em http://evolucionismo.org/profiles/blogs/filogenia-mastigada-4-interpretando-uma-arvore-filogenetica-parte
4 - Oliveira, E.H.de (2014) Filogenia Mastigada 5 – Interpretando uma árvore filogenética 2/2 Evolucionismo. Acesso em 06/05/2016, Disponível emhttp://evolucionismo.org/profiles/blogs/filogenia-mastigada-5-interpretando-uma-arvore-filogenetica-2-2

Aula 9 (13/05) - Faltei, favor não contar o 0,2 dessa aula

Tema: Multicelularidade
A origem da multicelularidade é algo pouco conhecido pela população. A ideia da existência de um mesmo ancestral para animais, plantas e bactérias é estranha para algumas pessoas. Meu ensaio seria voltado para o público em geral. Para isso, pretendo criar um texto que poderia ser usado como divulgação científica. Nesse ensaio, minha ideia é mostrar como acredita-se que esse evento tenha ocorrido. Por meio de um caráter histórico, tentarei adicionar ao ensaio as informações em ordem cronológica.

Aula 10 (20/05)

Pontos abordados:
- Condições para a multicelularidade
- Multicelularidade facultativa
- Vantagens/desvantagens da multicelularidade
- Origens da multicelularidade

Por enquanto, as referências são os papers propostos para a aula do dia 17/06: Bonner, 1998; Bonner, 2006; Grosberg, 2007)

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