Drácula

Ensaio 1 - 19/02

A persistência do sistema de 5 reinos no ensino. Com as descobertas feitas nos últimos anos que vêm atualizando a filogenia dos seres vivos, é incômodo a permanência desse sistema, uma vez que ele cria uma hierarquia "evolutiva" e finalista, favorecendo grupos comparativamente pequenos, e abusa de grupos polifilético (dando uma noção errada de grupo). Existe uma desvalorização da diversidade e da importância de grupos como procariontes, que são de grande importância e estão presentes nos mais diversos ambientes do planeta, e os “protistas”, que na verdade não formam um grupo, mas vários que são diversos, curiosos e inimagináveis, desde amebas que são capazes de se agrupar e formar um “indivíduo”, dinoflagelados que ao longo da evolução desenvolveram uma espécie de “olho” simples (ocelloid), seres capazes de filtrar o silício da água em concentrações menores que 1ppm para formar seus revestimentos e etc. A disseminação dos 5 reinos demarca o entendimento do mundo e da vida à relativa pouca diversidade existente em animais, plantas e fungos, e se limita ao dizer que protistas e procariontes são dois grandes reinos, e esses, por sua vez, têm diversidade e características únicas suficientes para formarem muitos reinos.

Correção de Laís Ramalho

A persistência do sistema de 5 reinos no ensino. Com as descobertas feitas nos últimos anos que vêm atualizando a filogenia dos seres vivos, é incômoda a permanência desse sistema, uma vez que ele sugere uma hierarquia "evolutiva" e finalista , favorecendo grupos comparativamente pequenos, e abusa de grupos polifiléticos, (dando passando uma noção errada de como os grupos são constituídos e se relacionam entre si grupo). Com isso, acontece Existe uma desvalorização da diversidade e da importância de grupos como o dos procariontes, que são de grande importância e estão presentes nos mais diversos ambientes do planeta, e dos “protistas”, que na verdade não formam um grupo, mas vários. que são diversos, curiosos e inimagináveis, desde amebas que são capazes de se agrupar e formar um “indivíduo”, dinoflagelados que ao longo da evolução desenvolveram uma espécie de “olho” simples (ocelloid), seres capazes de filtrar o silício da água em concentrações menores que 1ppm para formar seus revestimentos e etc. A disseminação dos 5 reinos demarca o entendimento do mundo e da vida à relativa pouca diversidade existente em animais, plantas e fungos, e se torna limitado limita ao sugerir dizer que protistas e procariontes são dois grandes reinos, quando e esses, por sua vez, têm diversidade e características únicas e suficientes para formarem muitos reinos.

Ensaio 2 - 04/03

Texto informativo. Foco na objetividade e redução das frases longas.
Produção de plantas transgênicas. Para a modificação são utilizadas agrobactérias (Agrobacterium), que são bactérias que tem um plasmídeo (uma molécula de DNA externa ao cromossomo bacteriano envolta em uma menbrana) com uma característica útil. Elas são capazes de transferir esses plasmídeos para a planta infectada. E é a partir da manipulação do DNA desse plasmídeo que os genes de interesse são injetados nas células vegetais. Então, os cotilédones da planta jovem são cortados e postos em uma cultura com as agrobactérias. Após a instalação da infecção a planta é levada para uma cultura com antibióticos para matar as bactérias. Por fim, são utilizados hormônios para formar uma planta a partir daqueles cotilédones, e a propagação ocorre pelas sementes.

Ensaio 3 - 11/03

Diferenças ao analisar a diversidade dos seres vivos. A olho nu, uma análise costuma relacionar dados essencialmente morfológicos. Que são dados pouco confiáveis, pois existe muita convergência evolutiva entre os seres vivos, o que resulta em árvores do período anterior à análise molecular. Estabelecendo erroneamente a relação filogenética dos seres. Portanto para uma maior confiabilidade utiliza-se da análise molecular. Que é muito eficiente em resolver esses problemas de parentesco, no entanto às vezes algumas árvores divergem, posicionando terminais em pontos levemente diferentes em um mesmo ramo. Problemas de interesse, porém, em prática, pouco relevantes para o entendimento da vida como um todo.

Diferenças ao analisar a diversidade dos seres vivos. A olho nu, uma análise costuma relacionar dados essencialmente morfológicos. Que são dados pouco confiáveis, pois existe muita convergência evolutiva entre os seres vivos, o que resulta em árvores do período anterior à análise molecular (Estes eram utilizados na construção de árvores filogenéticas antes do surgimento dos dados moleculares.Estas primeiras árvores são pouco confiáveis pela existência de muitas convergências evolutivas entre os seres vivos). Estabelecendo erroneamente a relação filogenética dos seres. Portanto para uma maior confiabilidade utiliza-se da análise molecular.( Portanto, para maior confiabilidade, são utilizados dados moleculares.) Que é muito eficiente em resolver esses problemas de parentesco ( por que são eficientes?) , no entanto às vezes algumas árvores divergem, posicionando terminais em pontos levemente diferentes em um mesmo ramo.(Estes são eficientes em resolver problemas de parentesco. No entanto, algumas árvores divergem. Por exemplo: um mesmo ramo pode possuir terminais diferentes.) Problemas de interesse, porém, em prática, pouco relevantes para o entendimento da vida como um todo. ( por que são de pouco interesse?)

Corrigido por Marília Munhoz.

Ensaio 4 - 18/03

Tentando resolver o problema com pontuação
Dados moleculares nucleares contradizem a monofilia de Chromoalveolata. Foi consenso durante muito tempo o monofiletismo do grupo Chromoalveolata. Existia muito interesse em classificar tal grupo como monofilético. Uma prática errada ao desenvolver ciência. Esse tipo de conduta seleciona dados apoiando sua hipótese, ignorando os que a contradizem. Para isso, os cientistas encontravam muitas evidências baseadas no genoma plastidial. No entanto, ao analisar o genoma do núcleo, foram encontradas poucas evidências de que o grupo fosse de fato monofilético. Sem esse apoio molecular, Chromoalveolata foi dividido em dois novos grupos: Os Alveolados e os Heterocontes. Grupos que possuem monofiletismo apoiado por ultraestruturas e pela sequenciação do genoma. Alveolados têm como principal sinapomorfia a presença de alvéolos. Enquanto Heterocontes possuem dois flagelos diferentes, um liso e um "plumoso".

Ensaio 5

Ensaio 6

Ensaio 7

Ensaio 8

Ensaio 9

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