Gabriel M.I. de Freitas

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Sobre essa página

Essa página foi criada e será autorada pelo aluno Gabriel M. I. de Freitas, conhecido informalmente pela biologia como Rola Doce. Ela será atualizada constantemente até, eventualmente, não ser mais atualizada.

Ensaio Primeiro (19/2)

Qual a causa da lentidão na transposição dos novos conhecimento biológicos para o conhecimento leigo? Há muitas causas para esse problema, entre eles a dificuldade dos próprios cientistas em abandonar velhas instituições ou conformações (e.g. os departamentos de botânica se incumbirem da pesquisa em plantas e fungos, dois grupos não relacionados) principalmente pela inércia do statu quo - e a dificuldade do público leigo incorporar aquele conhecimento biológico que confronta suas concepções/percepções culturais de mundo (e.g dificuldade em aceitar evolução ou aceitar a diversidade ou importância de linhagens unicelulares de seres vivos). Dessa forma, o maior empenho em atividades de extensão e divulgação do conhecimento, visto por muitos na academia como atividade de segunda classe, além da exerção do magistério podem contribuir para a velocidade assimilação de conceitos científicos pelo público leigo, sendo necessário aos acadêmicos que dediquem parte de seu tempo aos não acadêmicos - o resto da sociedade - que muitas vezes os sustentam.

Corrigido por RPG

(Qual a causa da lentidão na transposição dos novos conhecimento biológicos para o conhecimento leigo?) Há muitas causas para esse problema, entre eles a dificuldade dos próprios cientistas em abandonar velhas instituições ou conformações ((e.g. - o publico leigo não sabe que isso significa "por exemplo") (os departamentos de botânica se incumbirem da pesquisa em plantas e fungos, dois grupos não relacionados - por que necessariamente isso é um problema?) principalmente pela inércia do (statu quo - também não) - e a dificuldade do público leigo incorporar aquele conhecimento biológico que confronta suas concepções/percepções culturais de mundo ((e.g) dificuldade em aceitar evolução ou aceitar a diversidade ou importância de linhagens unicelulares de seres vivos). Dessa forma, o maior empenho em atividades de extensão e divulgação do conhecimento, visto por muitos na academia como atividade de segunda classe, além da exerção do magistério podem contribuir para a (velocidade assimilação - não entendi) de conceitos científicos pelo público leigo, (sendo necessário aos acadêmicos que dediquem parte de seu tempo aos não acadêmicos - o resto da sociedade - que muitas vezes os sustentam -ethos)

Começar um texto com uma pergunta pode ser problemático. O desenvolvimento do texto se compromete em responder uma pergunta nada trivial, e "listar" as causas pode ser cansativo.

Ensaio Segundo (4/3)

O que busca a ciência? Muitos filósofos e cientistas - e mesmo o senso comum - entendem que a ciência é a busca incessante da Verdade, daí derivando que as respostas científicas são a Verdade, de certa forma absoluta e até mesmo imutável. Essa busca, entretanto, pode ser bastante problemática quando se esbarra em questões como: há apenas uma verdade? Algum dia conseguiríamos alcançar a Verdade completa? Pois caso não exista a Verdade ou ela seja inalcançável, a sua perseguição seria em si algo fútil. Existe ainda outra concepção do que busca a ciência: de que ela busca a melhor explicação possível. Essa outra visão filosófica de ciência permite talvez se adeque à natureza da ciência em si, na medida que abarca a constante mudança de paradigmas para outros mais abrangentes conforme surgem novas evidências. É também mais tangível, dado que seu objetivo é real: uma explicação dado as informações conhecidas.

Comentado por Yago

(Título?)
O que busca a ciência? Muitos filósofos e cientistas - e mesmo o senso comum - (talvez tirar esse travessão para o trecho ficar mais fluido) entendem que a ciência é a busca incessante da pela Verdade, (acredito que um ponto final aqui e uma acertada seria uma boa, desse jeito está bastante longo) daí derivando que as respostas científicas são a Verdade, de certa forma absoluta e até mesmo imutável (acho que falar que uma coisa é imutável e absoluta nesse contexto é redundante, ainda que fique legal como construção rebuscada). Essa busca, entretanto, pode ser bastante problemática quando se (pode ser só questão de estilo, mas acho que não precisa do "se") esbarra em questões como: há apenas uma verdade? Algum dia conseguiríamos alcançar a Verdade completa? Pois caso não exista a Verdade ou ela seja inalcançável, a sua perseguição seria em si algo fútil. Existe ainda outra concepção do que busca a ciência: de que ela busca (talvez omitir essa parte? não sei, pode ser outra vez questão de estilo) a melhor explicação possível. Essa outra visão filosófica de ciência permite (acho que faltou um "e" aqui) talvez se adeque à natureza da ciência em si, na medida que abarca a constante mudança de paradigmas para outros mais abrangentes (o que o leitor pode entender como "abrangente"? um novo paradigma será sempre mais abrangente?) conforme surgem novas evidências. É também mais tangível, dado que seu objetivo é real: uma explicação dado as informações conhecidas.
O professor disse pra evitar isso, mas curti o textinho.

Ensaio Terceiro (11/3)

- Texto direcionado à divulgação científica, orientado para crianças até 9~10 anos.
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Muitos seres vivos tem casquinhas. Caramujos tem casquinhas chamadas conchas. Tartarugas tem casquinhas, os cascos. Até muitos micróbios pequeninos, como as amebas e uns seres "tipo plantas" chamados diatomáceas tem casquinhas! Mas esses seres todos fazem essas várias cascas e carapaças de forma diferente. Os caramujos usam um pedaço de pele especial e fazem uma concha de uma substância que tem no leite chamada Cálcio. Tartarugas tem um casco feito de osso e escamas. Amebas e as diatomáceas tem uma casquinhas chamada teca que muitas vezes é feita basicamente da mesma substância que a areia, uma substância chamada Silício. Todos esses seres vivos tem esses casquinhas como uma resposta para uma pergunta que a Vida fez: como não ser comido? E todos eles chegaram nessa resposta sozinhos, sem colar um dos outros. E essa é uma característica muito interessante dos seres vivos. Quanto a vida faz perguntas para eles, muitas vezes eles respondem de forma diferente enquanto em outras, como no caso das casquinhas, eles respondem de forma parecida.

Comentado por Ursula

Muitos seres vivos tem (plural… têm) casquinhas. Caramujos tem (idem) casquinhas chamadas conchas. Tartarugas tem (idem e os demais também) casquinhas, os cascos. Até muitos micróbios pequeninos, como as amebas (não sei se eles saberiam o que são amebas… será? Talvez por semelhança do nome Amoeba eles iriam associar com isto? Seria interessante dá uma explicaçãozinha, como você fez com as diatomáceas) e uns seres "tipo plantas" chamados diatomáceas tem casquinhas! Mas esses seres todos fazem essas várias cascas e carapaças (também… o que significa carapaça? Você começou com cascas, agora vai para carapaças, pensar melhor como fazer essa transição) de forma diferente. Os caramujos usam um pedaço de pele especial e fazem uma concha de uma substância que tem no leite chamada Cálcio (gostei dessa associação!). Tartarugas tem um casco feito de osso e escamas. Amebas e as diatomáceas tem uma casquinhas chamada teca que muitas vezes é feita basicamente da mesma substância que a areia (trecho muito longo, ainda mais para essa faixa etária), uma substância chamada Silício. **Todos esses seres vivos tem esses casquinhas como uma resposta para uma pergunta que a Vida fez: como não ser comido? E todos eles chegaram nessa resposta sozinhos, sem colar um dos outros (gostei de como você tornou esse "conceito" simples…). E essa (tomar cuidado com esse pronome…) é uma característica muito interessante dos seres vivos. Quanto a vida faz perguntas para eles, muitas vezes eles respondem de forma diferente enquanto em outras, como no caso das casquinhas, eles respondem de forma parecida. (seria interessante repensar como escrever o trecho sem deixá-lo muito longo)
Comentário geral: gostei de como você elaborou o texto, e tirando os trechos longos e alguns termos, achei legal para a faixa etária. Mas não sou nenhuma especialista em textos para criança :)

Ensaio Quarto

Dinoflagellata é um grupo com caracteristicas nucleares diferenciadas de outros Eukarya. Dinoflagelados apresentam um núcleo chamado Dinocarion que nunca tem sua membrana desfeita. Dentro deste núcleo há uma quantidade grande de DNA, proporcionalmente maior do que o existente nos outros eucariontes. Esse DNA não é associado a proteínas histonas e apresenta um modo distinto para se manter organizado. Outra peculiaridade são os cromossomos que permanecem sempre condensados nos seres desse grupo. Em contraste, outros eucariontes tem seus cromossomos condensados apenas em momentos celulares específicos, como a divisão celular. Por conta dessas diferenças, Dinoflagellata oferece várias possibilidades de análise e proposição de cenários de evolução dentro de Eukarya.

Ensaio Quinto - Reescritura de parágrafo da prova.

Um problema do atraso na divulgação científica e educação em relação ao conhecimento científico atual é a perspectiva que pode conferir visão limitada de mundo no leigo. Essa visão ocorreria pela forma pouco abrangente que a classificações antigas tendem a ter. O paradigma atual de Woese, com base em dados objetivos e metodologia consistente, contribui para uma visão abrangente da diversidade de organismos vivos. Essa forma de classificação dá enfatiza aos organismos procarióticos, responsáveis por parte importante dos ciclos biogeoquímicos responsáveis pela Terra como a conhecemos. Essa ênfase se dá por conta da criação de dois domínios, o mais alto ranking da taxonomia, procarióticos. Já o paradigma de classificação dentro do domínio Eukarya também pode modificar perspectivas e a forma de entendimento da espécie humana dentro de um conjunto de outros organismos. O atual paradigma foi proposto por Sandra Baldaulf em 2000. Ele ainda é revisto e seus detalhes não são consensuais. A proposta cunha dezenas de reinos no domínio Eukarya, subordinados à super grupos. Esses super grupos estão fora do ranking tradicional de classificação. Os super grupos mais fortemente corroborados pela pesquisa atual são: Opisthokonta, ao qual pertencem animais e a maioria dos fungos; Amebozoa; Archaeaplastida, incluindo algas vermelhas, verdes e plantas terrestres; Alveolata; e Stramenopila. Os antigos reinos Animalia (Metazoa), Fungi e Plantas Terrestres são apenas parte dentre toda a diversidade de organismos eucarióticos dentro dessa nova classificação. Dessa forma, fomenta-se perspectiva mais abrangente e pouco enviesada da diversidade eucariótica.

Comentado por Juliana

Um problema do atraso na divulgação científica e educação em relação ao conhecimento científico atual é a perspectiva que pode conferir visão limitada de mundo no leigo achei um pouquinho longo, talvez seja legal tentar diminuir. Essa visão ocorreria pela forma pouco abrangente que a classificações antigas tendem a ter. legal, usou info para corroborar o argumento anterior O paradigma atual de Woese, com base em dados objetivos e metodologia consistente, contribui para uma visão abrangente da diversidade de organismos vivos. Essa forma de classificação acho que pode tirar esse verbo enfatiza aos sugestão: trocar por "os"" organismos procarióticos, responsáveis por parte importante dos ciclos biogeoquímicos responsáveis pela Terra como a conhecemos. Essa ênfase se dá por conta da criação de dois domínios, o mais alto ranking da taxonomia, procarióticos sugestão: colocar o trecho sublinhado entre parênteses, com as vírgulas senti uma quebra muito grande da fluidez da colocação. Já o paradigma de classificação dentro do domínio Eukarya também pode modificar perspectivas e a forma de entendimento da espécie humana dentro de um conjunto de outros organismos. O atual paradigma foi proposto por Sandra Baldaulf em 2000. Ele ainda é revisto e seus detalhes não são consensuais. A proposta cunha dezenas de reinos no domínio Eukarya, subordinados à super grupos. Esses super grupos estão fora do ranking tradicional de classificação. Os super grupos mais fortemente corroborados pela pesquisa atual são: Opisthokonta, ao qual pertencem animais e a maioria dos fungos; Amebozoa; Archaeaplastida, incluindo algas vermelhas, verdes e plantas terrestres; Alveolata; e Stramenopila. Os antigos reinos Animalia (Metazoa), Fungi e Plantas Terrestres são apenas parte dentre toda a diversidade de organismos eucarióticos dentro dessa nova classificação. Dessa forma, fomenta-se perspectiva mais abrangente e pouco enviesada da diversidade eucariótica.

> Comentários gerais: gostei do seu parágrafo! Fala de mais de uma classificação de organismos de forma sucinta e não muito cansativa. Além disso, você usa esses fatos como argumentação para a ideia que foi proposta no início do parágrafo e fechada no final dele. Acho que seria legal colocar links para as propostas de Woese e da Baidaulf para efeitos de comparação visual no caso de um leitor que esteja interessado.

Ensaio Sexto 15/04

Texto de divulgação para adultos de ~35+ anos.

Nós e quase todos os animais e plantas temos bactérias dentro de nossas células! Essas bactérias são bem pequenas e numerosas e são chamadas Mitocôndrias. As mitocôndrias entraram na célula de nossos ancestrais há muitos milhões de anos atrás e são passadas de mãe para filhos desde então. Nesse tempo, o nosso ancestral não era maior que um grão de areia e não tinha quase nada a ver conosco. Hoje, elas quase já não tem mais cara de bactéria. Elas já estão há tanto tempo integradas conosco que fazem parte de nosso corpo. Assim, é como se nossa linhagem e das bactérias tivessem se fundido a muito tempo. Muitos podem pensar que essas bactérias fazem mal, mas isso não é verdade. Nós dependemos dela para viver. As mitocôndrias que fazem a etapa final de transformação da nossa comida em energia para nossas células, a Respiração Celular. Assim nós e todos nossos antepassados só existimos graças a nossa fusão com bactérias!

Comentário e correção:
Nós e quase todos os animais e plantas temos bactérias dentro de nossas células! poderia colocar algo mais chamativo como: "Bactérias vivem dentro de nós!" Essas bactérias são bem pequenas e numerosas e são chamadas Mitocôndrias. As mitocôndrias entraram na célula de nossos ancestrais há muitos milhões de anos atrás e são passadas de mãe para filhos desde então. Nesse tempo, o nosso ancestral não era maior que um grão de areia e não tinha quase nada a ver conosco. Hoje, elas quase já não tem mais cara de bactéria. Elas já estão há tanto tempo integradas conoscoa nós que fazem parte de nosso corpo. Assim, é como se nossa linhagem e das bactérias tivessem se fundido a muito tempo. Muitos podem pensar que essas bactérias fazem mal, mas isso não é verdade. Nós dependemos delas para viver. As mitocôndrias que fazem a etapa final de transformação da nossa comida em energia para nossas células, acrescentaria: "Em um processo chamado" a Respiração Celular. Assim nós e todos nossos antepassados só existimos graças a nossa fusão com bactérias!

Texto bastante divertido, apesar de simples. Mais informações poderiam ser adicionadas com intuito de esclarecer problemas como doenças provocadas por bacterias. Poderia ter sido acrescentado também algo sobre o processo de endossimbiose.
No geral gostei da proposta do texto e de deixar explícito público alvo :)
—Corrigido por Amanda Chiaramonte

Ensaio Sétimo 29/4

Existem vários diferentes tipos de fósseis de microorganismos. Esses fósseis ocorrem não só no passado "recente", como por exemplo os dinossauros(entre 65 e 230 milhões de anos atrás), mas também em passados tão remotos quanto 4 bilhões de anos atrás, próximos à origem da vida. Para se ter uma ideia, isso representa fósseis de microorganismos 17,4 vezes mais velhos que dinossauros. Esses fósseis podem vir na forma de acritarcos, que são pequenos fósseis circulares cuja identificação precisa não é possível. Eles também podem vir na forma de impressões e moldes principalmente dos seres com partes duras. Outra forma de fóssil é o molecular. A análise de moléculas fósseis permite a descoberta de organismos antigos e datação de grupos muito velhos.

Correção e comentários, Rodolfo Pereira Graciotti:

Existem vários diferentes tipos de fósseis de microorganismos. Esses fósseis ocorrem não só no passado "recente", como por exemplo os dinossauros(entre 65 e 230 milhões de anos atrás), mas também em passados tão remotos quanto 4 bilhões de anos atrás, próximos à origem da vida. (esse trecho ficou longo)
Para se ter uma ideia, isso representa fósseis de microorganismos 17,4 vezes mais velhos que dinossauros. Esses fósseis podem vir na forma de acritarcos, que são pequenos fósseis circulares cuja identificação precisa não é possível. Eles também podem vir na forma de impressões e moldes principalmente dos seres com partes duras. Outra forma de fóssil é o molecular. A análise de moléculas fósseis permite a descoberta de organismos antigos e datação de grupos muito velhos.

Deu para perceber que o seu texto tem caráter de divulgação, descomplicado. Porém fica difícil fazer uma análise crítica sem saber a quem esse texto é destinado. Acredito que você de fato tenha esquecido de colocar o seu público alvo, como você normalmente fez em outros ensaios, mas não deixe passar esse detalhe quando fizer um texto assim.
Para pessoas sem familiaridade com escrita científica, é interessante um texto descritivo. Porém, acho que o seu ficou meio raso. Faltou explicar o conceito de molécula fóssil que você apenas menciona, por exemplo. Quando você fala logo no começo "esses fósseis ocorrem não só no passado", fica estranho. Fósseis não "ocorrem", são encontrados e alocados a um intervalo estratigráfico. "Passados recentes e remotos" também. O passado é só um, você deveria ter usado a palavra "momentos", ou "épocas", por exemplo.
Também há o uso de pronomes demonstrativos em momentos que confundem o leitor. "Esses fósseis podem vir[…]" se refere aos fósseis de microrganismos ou fósseis de dinossauros?. Em "[…]isso representa fósseis de microrganismos[…]", "isso", se refere ao que? Evite o uso de pronomes demonstrativos.

Ensaio Oitavo 6/5

I
Um texto em voz ativa, de forma direta e com poucas subordinações é um texto mais fácil de ser compreendido . Os principais motivos para essa constatação ser verdadeira são quatro. O primeiro é que assim os agentes e objetos da ação ficam evidentes e discretos. O segundo é que evita-se o uso de adjetivos desnecessários. Muitas vezes esses adjetivos agregam pouca informação útil ao texto. O terceiro é que o uso de pronomes com potencial de confundir o leitor diminui. O quarto motivo é o texto ficar menos poluído. O texto menos poluído é fruto do menor uso de sentenças longas e complexas. Assim, esse tipo de texto tem seu significado e argumentação mais fácilmente acessíveis ao leitor.
II
There are more unicellular microorganism diversity in the world than that of Animals, Plants and Fungi! For "diversity" I mean here the number of species and the variety of diferent metabolism, forms and produced molecules a determined biological group has. A recent study estimate an number over than 60 million for the amount of species of protozoans - non-animal, non fungi, non-plants, eukaryotes organisms1. For Bacteria and Archeae, the prokaryote two other unicellular groups called microorganism, some estimations go as high as 1 billion species2. In the other hand, Animals have a estimated richiness(the number of species of a given group) of about x million3. For Fungi, the number is Y million species4. For Plants, the estimated is XY million species5.

Yet not only of species diversity is made of. The gap between them related to metabolism and molecules is also astonishing. For example, we, animals, have a very particular and limited way of obtaining energy. We eat. Our only way of getting energy and the building blocks for life is eating. We get our building blocks through the digestion of the proteins and fat from our food. But some species of microorganism, can create their own building blocks from substances in the air, like Nitrogen gas, and from substances in the soil, like sulfur salts. We get energy mostly from the degradation of glucosis and by a process called cellular respiration. Some microorganism obtain their energy through photosynthesis, as plants do. Some microorganism can obtaint energy through degradation of molecules so toxic they would kill any humans swiftly. There are bacteria and archeae that thrive in condition that no other organism can live.

1 Texto do seminário
2 Texto da aula da Marie-Ann
3 Texto da aula de Vertebrados
4 Texto da aula de Fungos
5 Texto da aula de Diversidade

Corrigido por Ursula

I
Um texto em voz ativa, de forma direta e com poucas subordinações é um texto mais fácil de ser compreendido [Está legal, mas não é uma frase título…] . Os principais motivos para essa constatação ser verdadeira são quatro [Penso que não precisava ter esta frase]. O primeiro é que assim [Fica um pouco difícil de retomar o que é o "assim"] os agentes e objetos da ação ficam evidentes e discretos. O segundo é que [É melhor é "se evita"] evita-se o uso de adjetivos desnecessários. Muitas vezes esses adjetivos agregam pouca informação útil ao texto. O terceiro é que o uso de pronomes com potencial de confundir o leitor diminui. O quarto motivo é o texto ficar menos poluído. O texto menos poluído é fruto do menor uso de sentenças longas e complexas. Assim, esse tipo de texto tem seu significado e argumentação mais fácilmente acessíveis ao leitor. [Gostei do seu metatexto!]

Correção por Amanda Chiaramonte

II

Achei bastante bacana o fato de você tentar explorar novas formas de escrita, como em inglês. A frase título é bastante chamativa, o que é algo que deixa o leitor interessado. Explorar uma nova forma de explorar a diversidade dos organismos não só como espécies é bem bacana. Ter citado a diversidade de espécies dos grupos, no entanto, fez com que a frase título se perdesse um pouco, apesar de você retomar no parágrafo seguinte. Há erros de inglês que deixam a compreensão do texto mais difícil.

Ensaio Nono ou Ensaio para a prova Primeiro

tema (qual, porquê, adequação ao tamanho do ensaio)
Tema geral: Evidência fósseis de eukaryotos relacionadas à eventos geológicos
Tema menos geral que cabe em um ensiao: Principais evidências fósseis de eukaryotos relacionados/suportando ao Snowballearth do Criogeniano.
Porque? pq é legal. Pq é ciência básica e é em sí justificavel. Porque nos conta como a vida respondeu a mudanças geológicas na Terra e, como humanos, somos vida e estamos na Terra (a maioria de nós)

Ensaio Décimo ou Ensaio para a prova Segundo

Durante o período Criogeniano a Terra ocorreram eventos geológicos importantes para a vida na Terra. O Criogeniano ocorreu aproximadamente entre 635 e 720 milhões, durando 115 milhões de anos. Ele antecedeu o período Ediacarano, famoso por sua incomum fauna. O Criogeniano é bastante conhecido por um forte evento de glaciação que sofreu. Tal evento, conhecido como "Snowball Earth", seria caracterizado por gelo cobrindo toda, ou ao menos a grande maior parte, da superfície do globo terrestre.

~ a ser escrito

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