marilia

Ensaio 1

A escolha do objeto das análises moleculares depende do nível taxonômico. Análises moleculares são usadas para construir árvores filogenéticas. A parcimônia dos dados depende de qual será a molécula ou grupo de moléculas utilizados e de qual nível taxonômico circunda os grupos de organismos sob análise. Para níveis taxonômicos mais inclusivos, como reinos, deve haver direcionamento para moléculas de função mais conservadas ao longo da evolução daqueles grupos, pois, como espera-se uma forte seleção para a manutenção da função daquelas moléculas, infere-se que poucas substituições tenham conseguido se sobrepor à molécula original. Assim, substituições similares entre grupos indicarão a provável existência de um parentesco evolutivo entre eles. Pela mesma lógica, para grupos taxonômicos menos inclusivos, como linhagens, a análise deve ser feita com moléculas ou regiões do DNA que tenham altas taxas de substituição, pois organismos dentro das linhagens possuirão os genes (ou parte deles) de pequena taxa de substituição iguais ou muito similares, porém possuirão diferenças significativas em locais das moléculas mais passíveis de se conservarem mutações e que tenham maior capacidade de se tornarem substituições.

Corrigido por Gabriel Antonini

A escolha do objeto das análises moleculares depende do nível taxonômico. Análises moleculares são usadas para construir árvores filogenéticas. A parcimônia dos dados depende de qual será a molécula ou grupo de moléculas utilizados e de qual nível taxonômico circunda os grupos de organismos sob análise. Para níveis taxonômicos mais inclusivos, como reinos, deve haver direcionamento para moléculas de função mais conservadas ao longo da evolução daqueles grupos, pois, como espera-se uma forte seleção para a manutenção da função daquelas moléculas, infere-se que poucas substituições tenham conseguido se sobrepor à molécula original (Sentença muito longa. Poderia ser quebrada em duas frases para faciltar a compreensão). Assim, substituições similares entre grupos indicarão a provável existência de um parentesco evolutivo entre eles. Pela mesma lógica, para grupos taxonômicos menos inclusivos, como linhagens, a análise deve ser feita com moléculas ou regiões do DNA que tenham altas taxas de substituição, pois organismos dentro das linhagens possuirão os genes (ou parte deles) (Não vejo necessidade do parenteses, dá um tom informal)de pequena taxa de substituição iguais ou muito similares, porém possuirão diferenças significativas em locais das moléculas mais passíveis de se conservarem mutações e que tenham maior capacidade de se tornarem substituições. (Frase muito longa e densa. Poderia ser quebrada para facilitar a compreensão.)

Ensaio 2

A escrita científica se utiliza de uma retórica estritamente lógica. A retórica tem como azimute a comunicação eficaz e persuasiva. Aristóteles reconhece três recursos utilizados pela retórica: ethos, pathos e logos. Ethos persuade pelo uso de argumentos de autoridade. Pathos convence pelo apelo sentimental. Utiliza figuras de linguagem como metáfora e hipérbole. Logos fundamenta o discurso pelo uso da lógica e da razão. A lógica abre espaço para uma incerteza. Não há espaço para incertezas em argumentos de autoridade ou apelos sentimentais que alteram a percepção do ouvinte. A construção de argumentos lógicos reflete com a própria construção da ciência: objetividade, empirismo, dedução e indução. Caso haja falha em algum destes elementos há uma brecha para dúvida. A dúvida é mister para a ciência. Portanto, logos é a única frente da retórica capaz de ser usada na escrita científica.

Corrigido por Vitor Paciello

A escrita científica se utiliza (usar ordem direta) de uma retórica estritamente lógica. A retórica tem como azimute a comunicação eficaz e persuasiva (procure usar termos mais simples) . Aristóteles reconhece três recursos utilizados pela retórica: ethos, pathos e logos. Ethos persuade pelo uso de argumentos de autoridade. Pathos convence pelo apelo sentimental. Utiliza figuras de linguagem como metáfora e hipérbole. Logos fundamenta o discurso pelo uso da lógica e da razão. A lógica abre espaço para uma incerteza. Não há espaço para incertezas em argumentos de autoridade ou apelos sentimentais que alteram a percepção do ouvinte. A construção de argumentos lógicos reflete com a própria construção da ciência: objetividade, empirismo, dedução e indução. Caso haja falha em algum destes elementos há uma brecha para dúvida. A dúvida é mister (palavra de efeito. Um "pathos"?)para a ciência. Portanto, logos é a única frente da retórica capaz de ser usada na escrita científica.

O texto está bem escrito. Mas, sugiro o uso de mais conjunções (e, mas, logo, porém…) ligando uma frase a outra no meio do texto (e não só para concluir o parágrafo). Isso daria mais fluidez na leitura

Ensaio 3 (11/3/2016)

A endossimbiose dos cloroplastos ocorreu mais de uma vez durante a evolução. A origem dos cloroplastos aponta para uma cianobactéria primitiva. Uma célula eucariótica com mitocôndria teria englobado esta cianobactéria. Este evento é chamado de endossimbiose primária do cloroplasto. A partir deste evento surgiram as algas verdes. Outras células eucariontes teriam englobado algas verdes ao longo da evolução. Estes eventos são chamados de endossimbioses secundárias do cloroplasto. Este seria o caso do surgimento das algas vermelhas, algas marrons (Archaeplastida), entre outros. Existem ainda organismos originados a partir de eventos de endossimbiose terciária dos cloroplastos. Alguns dinoflagelados são exemplos deste episódio. Neste caso, um dinoflagelado teria englobado uma alga vermelha. Desta forma, é possível encontrar cloroplastos com a presença de 2, 3 ou 4 membranas. A quantidade de membranas no cloroplasto remonta o histórico de endossimbioses desta organela.

Correção de Edgard Lopes

A endossimbiose dos cloroplastos ocorreu mais de uma vez durante a evolução. A origem dos cloroplastos aponta para uma cianobactéria primitiva. No passado, uma célula eucariótica com mitocôndria teria englobado essa cianobactéria. Tal evento é chamado de endossimbiose primária do cloroplasto, e a partir disso surgiram as algas verdes. Outras células eucariontes teriam englobado algas verdes ao longo da evolução, Estes eventos são chamados de endossimbioses secundárias do cloroplasto, Este seria que é o caso do surgimento das algas vermelhas, algas marrons (Archaeplastida), entre outros. Existem ainda organismos originados a partir de eventos de endossimbiose terciária dos cloroplastos. Alguns dinoflagelados são exemplos deste episódio, Neste no caso, um o ancestral dos dinoflagelado teria englobado uma alga vermelha. Contudo, é possível encontrar cloroplastos com a presença de 2, 3 ou 4 membranas, pois a quantidade de membranas no cloroplasto remonta o histórico de endossimbioses dessa organela.

Esta ótimo, seria legal colocar mais conectivos entre as frases, pois traria uma dinâmica muito mais gostosa de se ler e integraria melhor as idéias. E achei que faltou informação nesse final, sabe… De onde surgem essas membranas extras? E achei o texto muito histórico, achei a necessidade de haver uma conclusão mais explícita.

Ensaio 4 (18/3/2016)

Chromoalveolados não é um grupo consenso. Sua criação data de 1999, porém sem evidências. Desde então, há uma busca para provar a monofilia do grupo. Reconstruções que utilizam genes do plastídeo frequentemente mostram o grupo como monofilético. No entanto, nas demais reconstruções chromoalveolados não mostra ser monofilético. Além disso, a presença da endossimbiose secundária do cloroplasto pode não estar na base deste clado. Isto se deve à observação de que não existe cloroplasto em ciliados. É possível que os cloroplastos nunca tenham existido em ciliados ou que este grupo o perdeu. Portanto, os grupos dentro de chromoalveolados podem não possuir um ancestral comum e exclusivo recente.

Ensaio 5 (8/4/2016)

A democracia cultural é completa com a democratização da cultura científica. A ciência é parte da cultura. Como tal, deveria ser acessível a todos os públicos. No entanto, a ciência ainda é vista como um abismo intransponível para grande parte da população. Isto se deve a diversos fatores. Um deles é o fato de a ciência ter deixado de lado a linguagem do “senso comum” a partir do século XX (1). Desde então, o afastamento entre o conhecimento científico e os demais conhecimentos começou a crescer (1). O entendimento da ciência possibilita o conhecimento do próprio indivíduo, de sua cultura e do ambiente que o cerca. Visto isso, se faz importante a construção de uma ponte entre o conhecimento científico e os demais conhecimentos. A divulgação científica exerce este papel. É esta que reintegra a ciência à cultura geral. A reintegração destas culturas torna o conhecimento científico mais abrangente e, portanto, democrático.
(1) Livro: MORA, Ana María Sánchez. La divulgación de la ciencia como literatura.Cidade Do México: UNAM, 1998.

Corrigido por Stephanie Santos
A democracia cultural é completa com a democratização da cultura científica. esta oração me passa a ideia de que a única coisa que falta para completar a democracia cultural é a tornar mais acessível a cultura científica, mas acho que não é só isso, entendo que a democratização da cultura científica contribui para a democracia cultural. A ciência é parte da cultura. Como tal, deveria ser acessível a todos os públicos. No entanto, a ciência ainda é vista como um abismo intransponível esta expressão foi exagerada para grande parte da população. Isto se deve a diversos fatores. Um deles você poderia retomar, por exemplo: um dos fatores que dificulta (no meu texto o professor considerou que estas situações como pontos forçados e ele indicou que eu retomasse o que foi dito na oração anterior) é o fato de a ciência ter deixado de lado a linguagem do “senso comum” a partir do século XX (1). Desde então, o afastamento entre o conhecimento científico e os demais conhecimentos começou a crescer tente simplificar, usar apenas um verbo - cresceu, aumentou (1). O entendimento da ciência possibilita o conhecimento do próprio indivíduo, de sua cultura e do ambiente que o cerca. Visto isso, se faz importante a construção de uma ponte entre o conhecimento científico e os demais conhecimentos. A divulgação científica exerce este retomar a ideia para evitar o uso de pronomes papel. É esta que reintegra a ciência à cultura geral. A reintegração destas culturas torna o conhecimento científico mais abrangente e, portanto, democrático.
(1) Livro: MORA, Ana María Sánchez. La divulgación de la ciencia como literatura.Cidade Do México: UNAM, 1998.

Ensaio 6 (15/4/2016)

A gênese dos eucariotos seria totalmente endossimbiótica para Lynn Margulis. Para Margulis, cloroplastos, mitocôndrias e flagelos teriam origem endossimbiótica. A pesquisadora não criou esta hipótese baseando-se em evidências. Na verdade, fez um plano de pesquisas futuras para apoiar sua hipótese. Margulis arriscava quais seriam os resultados de tais pesquisas em seu trabalho entitulado: On the Origin of Mitosing Cell (1967). Entre outros possíveis resultados, acreditava que cloroplastos, mitocôndrias e flagelos possuiriam DNA próprio. Anos mais tarde, outros pesquisadores descobriram DNA em mitocôndrias e cloroplastos, mas não em flagelos. Estes DNAs se assemelham aos encontrados em grupos de bactérias específicos. Esta semelhança é encontrada também em parte do DNA nuclear eucariótico. Possivelmente, estas parcelas de DNA foram transmitidas lateralmente dos precursores de mitocôndrias e cloroplastos para o núcleo eucariótico da célula hospedeira. Todas estas evidências dão força à hipótese de Margulis acerca da origem da mitocôndria e cloroplasto. Por outro lado, não foi possível traçar a origem do DNA nuclear eucariótico responsável pela síntese de flagelos e estruturas relacionadas. Sendo assim, hipóteses mais razoáveis foram levantadas mais tarde para a origem do flagelo (1).
(1) Erickson, H.P. (2007). BioEssays. DOI: 10.1002/bies.20601.

Ensaio 7 (29/4/2016)

Paleontólogos e filogenistas elaboram árvores evolutivas de formas diferentes. Estes dois profissionais lidarão de maneiras discrepantes com os dados encontrados. As dicrepâncias resultarão em árvores evolutivas com números de terminais possivelmente distintos. Paleontólogos tentarão encontrar possíveis elos perdidos entre espécies relacionadas. Entre 4 espécies fósseis relacionadas, um paleontólogo poderia montar uma árvore com 3 terminais e um tronco formado pela espécie ancestral. Para filogenistas, o elo perdido sempre permanece uma lacuna. Lidando com os mesmos dados hipotéticos do paleontólogo, uma árvore com quatro terminais seria gerada. Isto se deve ao fato de filogenistas tratarem possíveis ancestrais como grupos-irmãos das espécies dele irradiadas.

Ensaio 8 (6/5/2016)

OBS: Neste ensaio tentei desenvolver parágrafos relacionados entre si que fizessem a transposição de informações da biologia para o público leigo.

Os biólogos usam árvores filogenéticas na construção do parentesco entre espécies ou grupos. Tal forma de representação do relacionamento entre espécies ou grupos se assemelha ao de uma árvore genealógica. Ambas se baseiam na criação de linhagens. A diferença reside na unidade taxonômica a ser considerada. Uma árvore genealógica lida com indivíduos. Uma árvore filogenética abrange níveis taxonômicos como espécie, gênero, família, ordem, classe, filo, reino, domínio e grupos intermediários a estes.

Todos os organismos têm um ancestral comum. Dentro de sua linhagem familiar podemos afirmar algumas coisas. Por exemplo: você e seus irmãos têm como último ancestral comum seus pais. Sua mãe e seus tios por parte de mãe tem como último ancestral comum seus avós por parte de mãe. Todos os humanos fazem parte da espécie Homo sapiens. Logo, podemos afirmar que existe um ancestral comum a todas as linhagens familiares humanas. Infelizmente, isto significa que você e Jair Bolsonaro são parentes. Por outro lado, é possível afirmar também que você e seu cachorro também possuem um ancestral comum. Neste último caso, porém, o ancestral comum é mais distantemente relacionado a vocês.

Encontrar a distância de parentesco entre os grupos taxonômicos é objeto de pesquisa de biólogos. Os biólogos se debruçam sobre vários métodos diferentes na tentativa de reconstrução de árvores filogenéticas fidedignas. Estes pesquisadores podem usar, por exemplo, métodos de biologia molecular para tanto. Tal método pode analisar as semelhanças e diferenças entre DNAs de grupos diferentes. Recentemente, cientistas utilizaram este método para desvendar em qual grupo estaria a raíz dos eucariotos (células com núcleo). Isto é, em qual grupo estaria o eucarioto mais antigo, parente de todos os outros. A resposta já era esperada pelo cientistas por conta de estudos prévios: a raíz de eucharia está no grupo denominado excavata.

Correção de Stephanie Arcos:

No primeiro parágrafo, última frase, eu escreveria " uma árvore filogenética abrange níveis…", pois assim acho que ficaria mais evidente para o público leigo que uma árvore genealógica não é a mesma coisa que uma árvore filogenética.

No segundo parágrafo preciso ressaltar que gostei muito do modo como você explicou as relações de ancestralidade comum, e a frase sobre o Bolsonaro foi bem engraçada (apesar de triste haha). Eu reescreveria a seguinte frase desta forma: "Por outro lado, é possível afirmar também que você e seu cachorro também possuem um ancestral comum.", para evitar repetição de palavras. Na frase "Sua mãe e seus tios por parte de mãe têm como último ancestral…" o verbo está no plural (só esqueceu o acento mesmo). A escrita da espécie Homo sapiens deveria estar em itálico.

No último parágrafo eu mudaria a quarta frase desta forma: "Tal método pode analisar as semelhanças e diferenças entre a genética e DNA de grupos diferentes.", pois aí estaria abrangendo também outras análises genéticas como RNA ou até mesmo a tradução dos RNAs posteriormente (mas como essas coisas são mais específicas e o texto tem direcionamento para leigos então eu resumi isso tudo em 'genética'). Na última frase você diz "a raíz de eucharia está no grupo denimonado excavata.", só que em nenhum momento do texto foi introduzido o termo Eucharia, então acho melhor escrever eucariontes mesmo, para não haver confusão. E como é nome de um grupo, eu colocaria em letra maiúscula tanto Excavata quanto Eucharia.

Gostei bastante do texto, acho que deixa bem claro para o público leigo a mensagem que você quer passar :)

Ensaio 9 (13/5/2016)

Meu tema abordará o evento de endossimbiose de cloroplastos provenientes da alga Vulcheria litorea pela lesma-do-mar Elysia chlorotica. O tema é bastante atual. Pesquisas sobre este continuam em andamento. Ademais, é algo que instiga curiosidade no público geral. Para o público leigo, o assunto levanta atenção pelo fato de se tratar de um animal com capacidade fotossintética. Para a comunidade científica existem alguns fatores interessantes. O primeiro diz respeito à incorporação do cloroplasto pela célula animal, não da alga verde como um todo. O segundo, é a ocorrência de transferência lateral dos genes do cloroplasto para o núcleo da célula animal. O terceiro concerne ao fato de a lesma conseguir produzir clorofila para a manutenção da atividade dos plastídeos. Além disso, há transferência vertical dos genes incorporados ao núcleo da célula animal. No entanto, aparentemente, não há transferência vertical da organela.

Comentários por Davi Jardim (23/05)

Tema: evento de endossimbiose de cloroplastos provenientes da alga Vulcheria litorea pela lesma-do-mar Elysia chlorotica.
Ensaio
O tema é bastante atual. e Pesquisas sobre este evento continuam em andamento (referência). Ademais, é algo que instiga curiosidade no público geral (acredito que essa oração não é necessária para o entendimento do texto). Para o público leigo, o assunto levanta atenção pelo fato de se tratar de um animal com capacidade fotossintética (dois verbos). Para a comunidade científica, essa associação possui existem alguns três fatores interessantes. O primeiro diz respeito à incorporação do cloroplasto pela célula animal, não da alga verde como um todo. O segundo, é a ocorrência de transferência lateral dos genes do cloroplasto para o núcleo da célula animal. O terceiro concerne ao fato de a lesma conseguir produzir clorofila para a manutenção da atividade dos plastídeos. Além disso, há transferência vertical dos genes incorporados ao núcleo da célula animal. No entanto, aparentemente, não há transferência vertical da organela.

//Marília, seu texto é diferente dos demais que já li na disciplina. Como não consegui falar com vc pessoalmente sobre ele, terei que escrever sobre minhas impressões. Meus comentários serão baseados na estrutura de ensaio que o Daniel nos ensinou, pois será o cobrado na prova =/ //

1º - o tema deveria estar separado do texto, para que o leitor esteja ciente do que se trata
2º - seu ensaio não possui oração título, uma que talvez seria chamasse a atenção dos leitores para o resto do texto
seria: Animais também podem fazer fotossíntese
3º - as duas orações que estão com o "strikethrough" acredito que não são necessárias para o entendimento do texto, Seria melhor introduzir o fenômeno em si (umas 3/4 orações explicando sobre o organismo de forma simplificada).
4º - há dois verbos na oração seguinte (assinalei)
5º - na seguinte, mudei um pouco as palavras para que houvesse link com a oração anterior (do 4º comentário)
6º - as quatro orações seguintes estão muito boas, porém faltam as referências
7º - a última oração não pode ser considerada como conclusão, pois introduz um conceito novo e não remete a nenhum conceito/ideia anterior. Poderia ser algo do tipo: Esses motivos permitiram à E. chlorotica o uso da fotossíntese como gerador de energia, incomum em animais.

Desculpe Marília, faltei na aula 9, e não sabia que o modo de ensaio tinham mudado XD

Ensaio 10 (20/5/2016)

  • O que tem de incomum nesta endossimbiose: cloroplasto em contato com o citoplasma da célula da lesma; outras espécies de lesma do mesmo grupo conseguem ficar menos tempo com o cloroplasto funcional; o cloroplasto funciona sem o núcleo da célula da alga
  • falar por quantas endossimbioses o cloroplasto passou
  • quando e como os cloroplastos são adquiridos
  • o que é herdável
  • como o cloroplasto permanece funcional durante toda a vida da lesma

Ensaio 11 (3/6/2016)

  • Qual evento está ocorrendo: animal capaz de fazer fotossíntese
  • Como isso foi testado
  • Como a lesma é capaz de fazer fotossíntese
  • Como isso ocorreu: endossimbiose
  • Sugestões de como é possível que os cloroplastos continuem funcionando mesmo sem o núcleo da alga

Ensaio 12 (10/5/2016)

Existe um ser vivo muito curioso na natureza nomeado por pesquisadores de “folha rastejante”. Como os animais conseguem energia para sobreviver. Animais não fazem fotossíntese. Que organismos fazem fotossíntese. Quem é a folha rastejante. Porque ele é chamado de folha rastejante.

Cientistas conseguiram provas de que a lesma-do-mar de fato vive bem sem alimentação. Como foi feito o teste.

A lesma E. chlorotica vive como uma planta. A lesma faz fotossíntese. Como organismos fazem fotossíntese. O que são cloroplastos. Quem normalmente possui cloroplastos.

O segredo desta lesma fotossintetizante está relacionado ao processo de endossimbiose do cloroplasto. O que é endossimbiose? Como o cloroplasto foi parar na lesma? Qual o histórico de endossimbioses. Quantas endossimbioses este cloroplasto sofreu até chegar no animal. A diferença que existe desta endossimbiose para as outras: esta não é fixa dentro da espécie.

Como é possível que dê certo esta relação entre o cloroplasto e a lesma? Como é o cloroplasto nas outras lesmas ascoglossan. O que esta lesma tem de diferente. Quais são as hipóteses para que a relação dê certo.

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