Marina Marins

Ensaios

Ensaio 01 - 19/02

Em relação à Evolução, comumente a ideia de sucessão, de melhoria é encontrada, apesar de hoje já ser sabido sua invalidez. Isso baseia-se em uma construção histórica na qual seres humanos são o ápice evolutivo, e assim, quanto mais próximo a nós, mais evoluído um organismo é. Durante muito tempo, esse pensamento esteve presente na ciência também, tanto por nosso egocentrismo como por nossa falta de conhecimento sobre a diversidade e importância biológica de grande parte dos organismos. Na árvore de Whittaker (1969), a ideia de superioridade fica clara, tanto pela forma vertical em que é apresentada, a representação através de flechas, quanto pela apresentação de níveis. A cada dia mais, é reconhecida a necessidade de destruição desse pensamento, já que a diversidade biológica é amplamente conhecida em grupos antes considerados menos evoluídos, mas que estão presentes há milhões de anos antes da pluricelularidade, dos "organismos bem evoluídos", o que comprova seu sucesso evolutivo e são indispensáveis à manutenção dos ciclos geoquímicos e de cadeias alimentares. A dificuldade de reconhecimento dessa nova forma de ver o mundo, onde não existe um centro, um ápice, um melhor evolutivo se dá pela ideia egocentrista de importância humana, já que é o que estamos acostumados a conviver com, assim como pela falta da consciência complexa da integridade biológica, da interdependência entre tudo o que é vivo e com o ambiente, já que os seres influenciam, diretamente ou não, mutuamente uns nos outros, assim como em seu meio. Em suma, ao assumir que os seres são interdependentes, a ideia de superioridade evolutiva necessita ser derrubada, já que o "mais evoluído" poderia facilmente colapsar devido ao "menos evoluído"; contudo, essa noção de integração ainda não é amplamente aceita, seja pelo desafio filosófico que apresenta ao tirar os humanos do controle, seja pela falta de contato e só recente consciência da diversidade biológica.

+ Ensaios Correção

Ensaio 01 faltou um título que que desse uma introdução sobre o assunto abordado no ensaio

Em relação à Evolução, comumente a ideia de sucessão O conceito de evolução é comumente relacionada a melhoria,de melhoria é encontrada acredito que assim fica mais clara a ideia, apesar de hoje já ser sabido sua invalidez. Isso baseia-se em uma construção histórica na qual seres humanos são o ápice evolutivo, e assim, quanto mais próximo a nós, mais evoluído um organismo é. Durante muito tempo, esse pensamento esteve presente na ciência também, tanto por nosso egocentrismo como por nossa falta de conhecimento sobre a diversidade e importância biológica de grande parte dos organismos. Na árvore de Whittaker (1969), a ideia de superioridade fica clara, tanto pela forma vertical em que é apresentada, a representação através de flechas, quanto pela apresentação de níveis. A cada dia mais, é reconhecida a necessidade de destruição desconstrução desse pensamento** destruição é muito forte, já que a diversidade biológica é amplamente conhecida em grupos antes considerados menos evoluídos, mas que estão presentes há milhões de anos antes da pluricelularidade, dos "organismos bem evoluídos", o que comprova seu sucesso evolutivo e são indispensáveis à manutenção dos ciclos geoquímicos e de cadeias alimentaresa sentença está muito longa,permitindo que se perca a ideia. A dificuldade de reconhecimento dessa nova forma de ver o mundo, onde não existe um centro, um ápice, um melhor evolutivo se dá pela ideia egocentrista de importância humana, já que é o que estamos acostumados a conviver com, assim como pela falta da consciência complexa da integridade biológica, da interdependência entre tudo o que é vivo e com o ambiente, já que os seres influenciam, diretamente ou não, mutuamente uns nos outros, assim como em seu meio. Em suma, ao assumir que os seres são interdependentes, a ideia de superioridade evolutiva necessita ser derrubada, já que o "mais evoluído" poderia facilmente colapsar devido ao "menos evoluído"; contudo, essa noção de integração ainda não é amplamente aceita, seja pelo desafio filosófico que apresenta ao tirar os humanos do controle, seja pela falta de contato e só recente consciência da diversidade biológica.foi abordado vários assuntos dentro deste parágrafo, talvez eleger torne o texto mais menos denso e mais objetivo**

Ensaio 03 - 11/03

A mudança no paradigma de classificação ainda não foi incorporada no pensamento comum, ainda que Linnaeus tenha hoje apenas um valor histórico. Pelos paradigmas vigentes, não há mais sentido no sistema de Linnaeus para classificação de organismos. O valor de sua taxonomia para a história da Biologia é irrefutável, contudo, para valor científico; hoje possuímos dados moleculares, morfologias microscópicas, que apuram nossas relações filogenéticas e, em muitos casos, não nos permite incluir no sistema de classificação clássico de Linnaeus. Os filos, classes, famílias, e, muitas vezes, até as espécies se tornaram mais difusos, algas marrons e verdes, por exemplo, eram classificadas juntas e hoje a filogenia nos permite distinguir esses organismos. Apesar disso, esse sistema ainda é amplamente difundido e ensinado no ensino básico.

Ensaio 3 - corrigido por Mariana Polesso

A mudança no paradigma de classificação ainda não foi incorporada no pensamento comum, ainda que Linnaeus tenha hoje apenas um valor histórico Não entendi o que quis dizer com "valor histórico". Pelos paradigmas vigentes, não há mais sentido no sistema de Linnaeus para classificação de organismos Por que? Não argumentou. A frase poderia estar na ordem direta. O valor de sua taxonomia para a história da Biologia é irrefutável, contudo, para valor científico; hoje possuímos dados moleculares, morfologias microscópicas, que apuram nossas relações filogenéticas e, em muitos casos, não nos permite incluir no sistema de classificação clássico de Linnaeus Período muito longo, perde a atenção do leitor. Os filos, classes, famílias, e, muitas vezes, até as espécies se tornaram mais difusos, algas marrons e verdes, por exemplo, eram classificadas juntas e hoje a filogenia nos permite distinguir esses organismosOrdem indireta! Ficou parecendo que algas verdes e marrons são espécies!. Apesar disso, esse sistema ainda é amplamente difundido e ensinado no ensino básico.
Consideração final: Bom texto, as frases poderiam ser menores e na ordem direta.

Ensaio 04 - 18/03

A ciência é, muitas vezes, guiada por hipóteses "chupacabra". Esse tipo de hipótese é guiada pela busca de evidências encontradas apenas após estabelecido o objetivo. Por exemplo, quero provar a existência do grupo Chromalveolata. Então busco evidências para tal e, frequentemente, encontro-as. Contudo, esse tipo de evidência é altamente enviesado e parcial, portanto, ruim para o método científico. A ciência faz o caminho contrário: encontro fatos, analiso, e então chego a uma hipótese ou teoria, corroborada por tais fatos. Quando olhamos para estudos que não buscam exclusivamente o suporte para Chromalveolata, o grupo não se mostra verdadeiro. Enviesadamente, é fácil encontrar evidências para quaisquer hipóteses. Contudo, tais evidências são parciais, uma vez que todas as evidências contrárias à minha hipótese são ignoradas.

introdução Prova

A distância entre o conhecimento gerado na Universidade e passado à sociedade é gigantesco. Entre muitos exemplos, o sistema de classificação de seres vivos é mais um deles. No senso comum, no ensino escolar, em geral, o que é sabido é o sistema de cinco reinos de Margulis: Monera, Protista, Animalia, Fungi e Plantae. Já na Universidade, a ideia de três domínios é predominante, evidenciada por diversos estudos de Biologia Molecular e proposta por Woese em 1990. A ideia de Woese revela a irrelevância biológica de algo que os cinco reinos destacam mais: animais e plantas e isso é completamente inovador. No sistema de 3 domínios temos a equidade entre Eucarya, Bacteria e Archea. Essa é uma ideia confusa considerando a sociedade antropocêntrica, em que muitos ainda têm a ideia de "ser humano como topo da evolução. Por isso, talvez, existe a pouca ênfase no Ensino Médio, que ainda é refém do vestibular. A lógica deste ensino propõe mais decorar o resultado da evolução (ou seja, os grupos ensinados) do que o pensamento evolutivo por si só.

Ensaio 05

A proposta da endossimbiose trouxe consigo muitas predições. Realizada por Lynn Margulis em 1966, uma época que não havia grande tecnologia biomolecular. Ainda assim, Margulis preveu que seriam encontrados grupos irmãos dos simbiontes e genes dos simbiontes no genoma hospedeiro. Anos depois, ambas as previsões se concretizaram. Isso nos permite analisar como, muitas vezes, não encontramos evidências não porque elas não existem, mas porque ainda não temos os mecanismos necessários. Esse atraso tecnológico se repetiu diversas vezes na história científica. Na química, com os elementos da Tabela periódica; na Física, este ano de 2016 conseguimos a tecnologia para evidenciar a existência de ondas gravitacionais prevista na teoria de Einstein.

correção A proposta da endossimbiose trouxe consigo muitas predições. Realizada por Lynn Margulis em 1966, uma época que não havia grande tecnologia biomolecular. Ainda assim, Margulis previu que seriam encontrados grupos irmãos dos simbiontes e genes dos simbiontes no genoma hospedeiro. Anos depois, ambas as previsões se concretizaram. Isso nos permite analisar como, muitas vezes, não encontramos evidências não porque elas não existem, mas porque ainda não temos os mecanismos necessários. está enorme a sentença Esse atraso tecnológico se repetiu diversas vezes na história científica. Na química, com os elementos da Tabela periódica; na Física, este ano de 2016 conseguimos a tecnologia para evidenciar a existência de ondas gravitacionais prevista na teoria de Einstein. novamente, a sentença ficou grande. Será que a questão é o atraso tecnológico ou a antecipação - mesmo sem ter uma tecnologia adequada, esta baseada em observações (algo que talvez esteja se perdendo em meio a "tenologia automatizada".

Ensaio 06 - 29/04

O registro fóssil apresenta grande importância para o estudo evolutivo da Terra. Contudo, também um grande desafio, uma vez que é falho e, quanto mais antigo, mais difíceis as condições de conservação. O método de relógio biológico é uma reconstrução recente porém cada dia mais relevante. Nele, usam-se os fósseis mais antigos de cada grupo, colocando uma idade aproximada para esse. Para os grupos que não apresentam registro fóssil, a árvore é regulada baseado em que já conhecemos. Esse método condiz com os registros moleculares que temos em rochas, como biopolímeros. Esses registros são anteriores aos registros morfológicos e, por isso, foram desacreditados por muito tempo. Os geólogos afirmavam risco de contaminação, pelo método de extração ou de moléculas de outras eras, devido à porosidade da rocha.

Ensaio 07 - 06/05

A raíz dos eucariontes não possui concordância entre a comunidade científica. O último ancestral comum dos eucariotos têm sido revisto através de novos métodos de sequenciamento genômico. Um desses métodos é a utilização de genes tranferidos para o núcleo originais de alfa-proteobacteria endossimbiontes, chamado de "ALPHA-PROT dataset". Esse método foi originalmente feito com 42 genes e sugeriu dois grupos: 'unikonts' e 'bikonts'. O grupo chamado 'unikonts' é composto por Opistthokonta, um pequeno grupo chamado Apusosoa e Amoebozoa. Já os 'bikonts' são SAR, Rhodophyta, Haptophyta, Viridiplantae e Excavata.1

1 Derelle R, Lang BF (2012) Rooting the eukaryotic tree with mithochondrial and bacterial proteins. Mol Biol Evol.

Ensaio 08 - 13/05

O tema escolhido foi a origem e vantagem do sexo. Um tema que passa pelos aspectos evolutivos de surgimento e permanência do sexo, que é custoso aos organismos. Essencial dentro do estudo da evolução e diversificação dos organismos que possuem ou não um ciclo de vida, parcialmente ou completamente, sexuado.

Ensaio 09 - 20/05

- Origem do sexo: sexo = reprodução?
- Meiose
- Custos X Benefícios
- Limpeza genômica
- Catraca de Muller
- Teoria Mutacional do Sexo
- Hipótese da Rainha Vermelha

Ensaio 10 - 03/06

Introdução: discutir a importância da meiose, definir o que é sexo e como ele pode ou não estar ligado a reprodução em diferentes ciclos de vida, sendo obrigatório ou facultativo.
Discussão: por que é difícil se entender a evolução e manutenção do sexo? Explicitar seus custos e como os benefícios são importantes e assim, explicar a manutenção do sexo.
Conclusão: quais são ainda os pontos a serem estudados nessa área, e como o sexo nos leva a uma maior diversificação.

Ensaio 11 - 10/ 06

introdução 1:

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